domingo, 31 de outubro de 2010

sábado, 23 de outubro de 2010






"And know that if I knew all the answers I wouldn't hold them from you. You'd know all of the things that i'd know
we told each other, there is no other way"


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Always

It's always necessary know when a stage ends. If we insist on staying more than necessary, we'll lose the happiness and others stages that we need to live. End cycles, close doors, end chapters... It doesn't matter the name that we giver to it, what matters is live in the past the best moments of our lifes. It hurts say goodbye to a friend? It hurts end a relationship? Did you left you parents' house? Went to another country alone? A long friendship ended suddenly, without explanations? You can pass a lot of your time asking yourself why all this happened. You can tell yourself that you'll never give another step while you don't understand the reasons that take some things to happen, the things that was so important and solid in your life be suddenly turned into dust. But this behavior will be a wear and tear to everybody: your parents, your friends, your brothers... everybody will be ending chapters, turning the page, moving on, and they will suffer to see that you are in the same place.

PS: Sorry about my english, everyone :B

Romanos 5:4

'And waiting gives experience; and experience, hope.'

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Meu trecho predileto.




O que mais me comove, em música, são essas notas soltas - pobres notas únicas - que do teclado arranca o afinador de pianos...

Mário Quintana

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

2Co 4

"We're often troubled, but not crushed; sometimes in doubt, but never in despair; there are many enemies, but we're never without a friend; and though badly hurt at times, we're not destroyed."

sábado, 4 de setembro de 2010

11 Sonhos Femininos

Li isso em um blog, e achei muito bacana! O mais interessante, é que foi escrito por um homem. Sendo assim, vale muito a pena dar uma lida garotas (e principalmente, garotos!).

11 sonhos femininos


1. Um deslumbrante vestido tomara que caia

2. Uma calcinha tomara que tirem;

3. Um sutiã tomara que sustente;

4. Um absorvente tomara que não vaze;

5. Uma meia tomara que não desfie;

6. Uma celulite tomara que não percebam;

7- Um "cabelo" tomara que não chova;

8. Um salto tomara que EU não caia;

9. Um ficante tomara que me ligue;

10. Um namorado tomara que não broxe;

11. Um marido rico... Tomara que morra.

As mulheres não devem ser definidas por estas superficialidades.
Superficialidade, aliás, é uma característica mais masculina do que feminina.

Vou tentar explicar no corpo do seu próprio e-mail que a preocupação feminina é
conseqüência da futilidade masculina:


1. Um deslumbrante vestido tomara que caia

Elas precisam estar sempre belas e sensuais, porque os homens tornaram-se incapazes de percebê-las na sua essência, na sua inteligência e na sua dignidade de mulher, amiga e companheira. E, por mais contraditório que pareça, parece que elas optaram por se deixarem achar como objetos do desejo masculino, porque isto parece ser "menos ruim" que a indiferença. É a superficialidade do homem que não enxerga um palmo para além de peitos e bundas que as aprisionou nesta neurose estética e descabida.

2. Uma calcinha tomara que tirem


Sim, elas querem isto, também. Mas apenas depois de muito carinho e atenção, depois de beijos apaixonados e o aconchego de um abraço, depois de algum tempo de afago, afeto e depois de terem podido falar de seus sentimentos e compartilhar com seu homem suas ansiedades do dia e terem suas preocupações acalentadas pelo peito forte daquele de quem esperam cuidado e dedicação. Depois disso tudo, é possível que elas próprias tirem a calcinha.

3. Um sutiã tomara que sustente

Vide resposta 1.

4. Um absorvente tomara que não vaze.

Essa passa. Não basta sangrar todo mês, ainda ter que se constranger por isso...

5. Uma meia tomara que não desfie

Vou relevar...

6. Uma celulite tomara que não percebam


Gostaria de ver os jornais destacando as ridículas barrigas masculinas, os
roncos noturnos, as barbas mal-feitas com a mesma ênfase que estampam as
celulites das mulheres, como se isso fosse um pecado imperdoável. E depois querem dizer que elas são superficiais?!

Superficiais são maridos que passam o dia desejando mulheres "gostosas" que não são as suas sem considerar que, aquela que está ao seu lado, pariu seus filhos e
sofreu, ao seu lado, o desgaste do tempo, e mesmo que, antes de casar, já não tivesse o corpo perfeito, tinha atrativos bem mais significativos, que, aliás,
foram os que o fizeram escolhê-la. Mas que agora parecem ser menos importantes do que uma foto da Playboy contornada por Photoshop e construída nas mesas de cirurgia plástica.

7. Um "cabelo" tomara que não chova

Nem vou falar do preconceito de tratar cabelos crespos como "ruins" e cabelos lisos como "bons". Nem vou falar de racismo e tampouco da futilidade do homem
brasileiro que insiste valorizar traços europeus e norte-americanos como padrões de beleza em detrimento da beleza da nossa mulher mestiça com seus cabelos crespos ou encaracolados.

8. Um salto tomara que EU não caia

Não vou comentar essa.

9. Um ficante tomara que me ligue


"Ficante"? Mulheres não querem ficantes. Mas pode ser que tenham se rendido aos relacionamentos efêmeros pela absoluta impossibilidade de encontrar homens de
verdade, em quem possam confiar e com quem possam sonhar compartilhar a vida e o
futuro. Homens imaturos, bananas e egoístas não merecem uma mulher ao lado, merecem mesmo que elas os usem e depois descartem. No entanto o "tomara que me ligue" acaba denunciando que elas esperam sempre mais de uma relação.

Procura-se homens! E não é o alavancar da homossexualidade que os consumiu, os homens desapareceram e se apequenaram por detrás da força das mulheres que
assumiram seus papéis e tomaram para si a responsabilidade da família (cansadas de suas omissões) e os tornaram supérfluos.

10. Um namorado tomara que não broxe


Essa neura não é delas, mas deles. Pelo contrário, apesar de odiarem homens
bananas, elas adoram quando seu macho divide com elas suas preocupações, medos e
fragilidades; adoram acolher o macho e consolá-lo nas suas frustrações e
oferecer todo cuidado e carinho que só elas sabem. Elas entendem e são capazes de se dedicar muito mais e ter muito mais prazer no abraço carinhoso mesmo sem
orgasmo, do que em explosões de testosterona sem cumplicidade.

11. Um marido rico... Tomara que morra.


Elas não querem materialidade, querem segurança. Elas não escolhem o homem pelo
carro ou pela conta bancária. Elas escolhem homens pelo bem-estar emocional, a segurança e a estabilidade que possam lhes oferecer.

Nesse caso a materialidade se torna um bom sintoma, elas se aproximam avaliando o exterior, mas não permanecerão no relacionamento se o conforto material não
tiver correspondência no conforto psicológico e emocional.

Como cada vez menos encontram homens que lhes transmitam esta sensação de segurança, elas decidiram criar sua própria estabilidade e não depender mais deste troglodita egoísta e insensível. Elas já são intelectualmente mais
preparadas, economicamente em ascensão, possuem valores e caráter mais sólidos
e, quando conseguirem abrir o potinho de azeitona sozinhas, não precisarão do
homem para mais nada.

Mas não estarão felizes, porque sabem que estão violentando a si mesmas, pois têm a família e a maternidade correndo nas veias, por isso vivem se condoendo em culpas pelo seqüestro da sua própria identidade que esta emancipação lhes
conferiu.

Sim, elas querem um marido que morra... que dê a vida por elas e pelos filhos; que não priorize os próprios sonhos, amigos e trabalho em detrimento de sua família.

Mulher, mulher... Na escola em que você foi ensinada, jamais tirei um dez, sou
forte, mas não chego aos seus pés.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

True Friends.

This life is what you make it. No matter what you're going to mess up sometimes, it's a universal truth. But the good part is, you get to decide how you're going to mess it up. Girls will be your friends - they'll act like it anyway. But just remember: some come, some go. The ones that stay with you through everything - they're your true best friends. Don't let go of them.

Marilyn Monroe.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Life of an ordinary girl.

Minha vida sempre foi muito movimentada. Eu já morei em vários lugares diferentes, conheci várias pessoas diferentes e diversas culturas diferentes. Posso dizer que sou uma pessoa bem vivida, apesar de ter apenas (almost) 18 anos, então eu vou começar a contar minhas memórias do comecinho, então vamos por partes, como diz o esquartejador (hahaha).

Eu nasci em São Paulo e vivi a maior parte da minha vida (eu acho) em São Paulo. Quando eu tinha mais ou menos 4 (quase 5) anos, meu pai teve que se mudar para Manaus (Amazonas) por causa do serviço dele. Eu não me lembro muito bem de como minha vida era lá, até porque eu era bem pequena, mas eu lembro de coisas que eu imagino serem bem importantes, como: eu vivia na rua; meu pai levava a gente pra passar o fds em um lugar bem bonito, que eu não lembro do nome agora, e que era cheio de cachoeiras, e rios, e restaurantes que flutuavam na água; eu já nadei no encontro das aguas do Rio Negro e do Solimões; meus irmãos lutavam jiu-jitsu e eu adorava ir vê-los treinar, e o nome da minha professora era Cláudia. No big deal, ainda mais porque eu era bem pequenininha...

Logo depois, fomos pro Rio de Janeiro, a cidade maravilhosa... Lá, eu conheci pessoas que formaram minha personalidade, e que me fizeram muito feliz. Eu adorava o Rio de Janeiro! Vivia na casa da tia Karla, e se não estava lá, certamente vocês me encontrariam brincando e passeando com a Mariana.. Eu e meus irmãos conheciamos, praticamente, todas as pessoas da rua, e por isso não parávamos em casa. Foi a melhor época da minha vida. Se eu pudesse, voltaria e viveria tudo aquilo de novo, mais intensamente, aproveitando casa momento. Eu lembro que fazíamos festas nas garagens em época de Halloween, e eu brigava todo o dia com a Nataly, uma menina que morava em frente ao meu prédio, mas todos os dias voltávamos a brincar, como se nada tivesse acontecido... Eu adorava meu colégio, porque ele era conhecido por COCA (Casimiro de Abreu), mas mesmo gostando de lá, eu lembro perfeitamente de estar parada no portão do colégio, agarrada à minha mãe, chorando e dizendo que eu queria ir embora pra casa. Lembro que passei uma semana chorando ininterruptamente (idiota pra caramba), mas depois disso eu melhorei. Eu sempre fui mais ligada aos meus irmãos, ainda mais porque eu sempre gostei de fazer bagunça, e eu acho que é por isso que eu não guardo nenhuma lembrança da minha irmã. Não lembro da aparência dela, do jeito dela, de como ela se vestida, do que ela gostava... Ah, lembro que ela gostava de Backstreet Boys na época, e lembro disso, porque eu também gostava, hahahahaha. Antes de vir pra São Paulo, metade do grupinho foi desfeito, porque 4 dos nossos amigos tiveram que viajar pra Portugual e logo depois, foi nossa vez de ir embora...

Aqui em São Paulo as coisas foram bem diferentes. Eu não brincava mais na rua, e eu não tinha amigos do jeito que tinha no Rio... fui ficando mais velha, e as coisas foram só "piorando" (se é que posso usar essa palavra), e minha vida foi mudando drasticamente. Não que isso seja relativamente ruim, é só que, parando pra pensar em como minha vida era, ela não está tão boa. Certo que, eu cresci muito com todas minhas experiências, e continuo crescendo e aprendendo muita coisa... tenho conceitos formados sobre muitas coisas, que eu sei que metade das meninas da minha idade não tem, e penso mais no meu futuro do que no presente e no passado, mas é quase impossível não pensar na forma que eu vivia, e comparar com a forma que vivo agora. Eu queria voltar aos meus 6, 7 anos, pra não ter que me preocupar com nada, viver brincando e bagunçando...

Agora, eu farei 18 anos, e sei que rumo dar à minha vida. Eu sei como seguir em frente, sei como construir meus sonhos e sei como alcançar meus objetivos. Eu quero dar uma vida boa pros meus filhos, do jeito que eu tive... eu só acho que não tô preparada pra isso. Claro, obvio e EVIDENTE que eu não estou nem um pouco preparada para ter filhos, mas não é isso que eu quero dizer, tô dizendo que eu não estou preparada para dar o próximo passo. Não consigo me ver sentada em uma cadeira, fazendo um trabalho sério e ganhando rugas e acumulando stress... É ruim isso, porque se eu não me acostumar com essa ideia, eu não vou conseguir alcançar meus objetivos e realizar meus sonhos...

Mas isso é outra história, né? Esse post tem apenas o intuito de contar um pouco da minha infância, já que eu me sinto praticamente uma adulta agora (ok, pode rir depois dessa frase, eu sei que foi engraçada..).