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domingo, 28 de junho de 2015

Isso me dá tique-tique nervoso, tique-tique nervoso...

Às vezes a gente faz umas coisas na vida que tem que agradecer mesmo aos céus por ainda estar viva, intacta e com a dignidade em dia - dependendo do seu conceito de ter dignidade, obviamente. Porque olha... Se tem um ser que vive fazendo cagada esse ser sou eu.

Um dia eu aceitei ir num blind date (tô usando a expressão em inglês pra soar mais cult, mas na real é só um encontro em que nenhuma das parte se conhecia pessoalmente mesmo, no big deal). Aceitei porque a vida nem sempre toma o rumo que a gente quer e afinal das contas, se eu não tivesse ido, não teria esse material sucesso que vou apresentar pra vocês - além de alguns conselhos que eu deveria ter ouvido de alguém. Vou narrar a situação com todos os detalhes possíveis sem denegrir imagem de ninguém - ou tentando não denegrir né, melhor não prometer nada que eu não possa eventualmente cumprir à risca.

Pulando o pré, porque não cabe aqui culpar ninguém, aceitei encontrar um amigo do amigo de uma amiga. A gente já tinha conversado um tempo por whatsapp e ai marcamos. Eu tava muito crente de que não ia ser legal, tanto que almocei no meu irmão que mora lá do outro lado de São Paulo, depois fui no Parque Vila Lobos - pra nada, porque fiquei uma hora lá só - e então, finalmente, limpei o shorts sujo de terra e fui - pra que que eu fui, Deus - e assim se seguiu o fim de tarde. Legenda: o que estiver em itálico faz parte dos meus diálogos internos.

- Oi, como vc tá vestido mesmo? Assim fica mais fácil..
- Adivinha!
Ele tá MESMO mandando eu adivinhar e não vai me falar? Puta, num é possível isso, já começou cagando tudo..

Round 1
- Ah, e aí.. td bom?
Boné.. ele não tinha foto careca.. ok, ele é careca... ta... nem importa se ele é careca, deixa o cara ser careca Ana...
- E aí, como ce ta?
- Nossa, desculpa a demora, eu tava lá do outro lado de SP, custou um pouco pra chegar aqui, é complicado de fds, sabe como é...
- Eu entendo, td bem, assunto-que-eu-não-lembro-porque-me-perdi-em-pensamentos-porqueeee...

PERA, QUÊ? PQ O OMBRO DELE TÁ SUBINDO NA ALTURA DO QUEIXO? MEU DEUS DO CÉU, ELE TEM TIQUE! TADINHO! NÃO RI ANA, NÃO RI! SEGURA! PARA! VAI FAZER XIXI E JOGA AGUA NA CARA PRA NÃO RIR! PRESTA ATENÇÃO NO QUE ELE TA DIZENDO, ESQUECE O OMBRO!
- Xis, vou ao banheiro um segundinho, já volto.

Ana, relaxa, respira fundo, não vai rir porque isso não é motivo de graça pra ninguém. Entende o cara. Deve ta nervoso.. Deixa disso, volta lá e seja adulta!


Round 2

Conversa rolando, cara pegou um palito de dente, o que só piorou a situação dele.
Tá, a conversa não tá legal, cara não tá desenvolvendo um assunto legal, ele não para de dar xilique e você não tá mais aguentando segurar a risada.. tenta dar um jeito de ir embora!
Liguei pra uma amiga e fingi que algo tinha acontecido.. Aí anunciei que eu tinha que ir:

- Então Xis, preciso ir embora. Aconteceu um problema com uma amiga e vou passar na casa dela antes de ir pra minha
- Você já vai embora? Mas não faz nem uma hora!
- Eu sei, desculpa, mas preciso ir...
- Não não, você só sai daqui morta!

AH, fios do meu coração.. Isso ai num dá, né?

Cabô a noite, dei meus pulos e fui embora.


Algumas lições que todos nós podemos aprender com o ocorrido:

Lição 1: cara, não peguem palito de dente no meio de uma crise de tique nervoso, isso só piora a sua situação e a do outro, porque é difícil demais segurar risada.
Lição 2: não deixa o cara pagar a conta (nunca ou quase nunca, depende da situação), porque depois ele vai te mandar um whatsapp dizendo que você deve 20 reais pra ele (não to zuando não, migas).
Lição 3: não manda mensagem pras suas amigas de forma muito dramática senão elas podem chamar a polícia.
Lição 4: usa o skype, facetime, videocall, QUALQUER COISA antes de sair com alguém que você não conhece pessoalmente...

Lições extras:

a) Não peguem carona com estranhos - i mean it, é sério, de verdade!
b) Não passa seu endereço pra gente que você não confia pelo menos um pouquinhozinho!
c) Marque encontros com pessoas que vc não conhece bem em lugares MUITO públicos!

Hipocrisias a parte, porque meus melhores amigos sabem que eu já fiz coisas piores depois/antes/recorrentes e atuais, é normal que cagadas aconteçam, quando não tem cagada a vida fica mais sem graça. A gente aprende uma hora, do jeito bom ou do jeito ruim o que deve ou não fazer. O que importa é que aprendi bem e da última vez que aceitei pegar carona com alguém foi sucesso e fui muito bem respeitada (beijo, seulindo).

PS: Espero que o Xis nunca leia isso na vida dele.

PS2: Se você ler isso Xis, desculpa, tô mantendo sua identidade anonima, poderia ter sido pior.

E essa foi mais uma edição do 'Aprenda o que não fazer com Ana Neri'. Um dia eu boto o resto aqui, quando eu tiver menos vergonha na cara.

domingo, 27 de julho de 2014

Sobre saudade...

Saudade...

...De dizer bom dia, boa tarde, boa noite, perguntar do sobrinho, falar sobre o sobrinho, perguntar do joelho, contar da cabeça, reclamar da faculdade, perguntar da faculdade, contar do sonho, perguntar do plano, conferir quando vem ou se chatear quando não vem... 
...Dos domingos de manhã, da bateria, do trator, dos óculos de sol, da gastrite, da camisa rosa, do cuidado, dos apelidos, do "não bebe muito", do "não volta tarde", do "quem é esse?", do "é só minha amiga", do "o que eu faço?", do "queria estar com você"...

Mais de três meses e eu ainda não consigo ouvir algumas músicas sem travar a garganta... Mais de três meses e eu volto pra casa pensando se o nosso "não nos falaremos mais" ainda vai me afetar de alguma forma... Também andei odiando qualquer pessoa que usa camisa rosa. É que ainda acho que fica mais bonita em você. Ultimamente não escuto Titãs. Também não ando bebendo muito e volto pra casa cedo. Tô aprendendo alguns modelos de carro também, caso precise no futuro.

Eu não sei o que fazer nesse inverno... Qualquer coisa anda me causando tédio.. 
Posso pular os Domingos de manhã da minha agenda?

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Cavalheirismo?! Uma critica à quem folga demais nos relacionamentos...

Me diga. Como é possível um homem escrever algo pela perspectiva de uma mulher? Pois é, parece então que esse o site Entenda os Homens só tem escritor ninja.

Teria dado mais credibilidade pro texto se o senhor Hugo Rodrigues, tivesse me dito que essas impressões foram tiradas de uma conversa com uma amiga, namorada, irmã ou qualquer ser do sexo feminino por meio de uma conversa sincera e despretensiosa. Se esse foi o caso, me passe o contato da criança pra eu sentar com ela e explicar direito que algumas atitudes que ela julga ser "cavalheirismo" são na verdade a parte do machismo que lhe convém.




Ok, sem pedras e paus na mão. Meu ponto de vista sobre algumas partes do texto Um Homem Visto por uma Mulher:

1 - "Homens têm que chegar no horário e esperar sem reclamar [...]".
Como uma mulher crescida no século XXI, eu venho por meio deste singelo post pedir perdão aos homens que leem isso aqui por essa falta de respeito, logo de cara. Não, você não tem que chegar no horário e esperar sem reclamar. Ninguém na vida merece isso. Eu não sou das mais pontuais, eu sei. Mas eu sei que atraso dão nos nervos. E se você sempre atrasa e faz seu homem ficar te esperando, isso ainda vai findar em briga. E nesse caso, fia, tô do lado do seu boy.

2 -  "Homem tem que andar do lado de fora da calçada e nos levar em casa sempre. Seja de carro, moto, ônibus, taxi ou a pé. Mas é importante nos levar no portão, assim, por tradição clichê, sabe? As mulheres evoluíram, eu sei. Mas o cavalheirismo não saiu da moda não. E pelo que ando lendo por aí, nunca sairá"
Essa parte aqui vai entrar num problema pessoal meu: eu tenho TOC. Daqueles estranhos, que qualquer pessoa acha meio esquisito quando conto que tenho. Eu sempre fico do lado direito do homem. Não importa de que lado a rua está, eu fico do lado direito do homem e minha referência é ele. Então vai calhar sim de você ficar do lado de fora da calçada, mas se a rua estiver à minha direita, quem vai ficar do lado de fora sou eu. E não, eu não faria você me levar em casa todas as vezes, eu moro longe pra burro e isso desgastaria qualquer relacionamento e levaria pro saco qualquer resto de paciência que ainda lhe restasse. Sendo assim, podemos nos despedir num ponto que fique no meio do caminho pros dois. Sem choro e estresses. Sem essa história de que isso não seria cavalheirismo. Isso não tem nada a ver com cavalheirismo. Isso é "não ser folgada". Pronto, falei.

3 - "Homem tem que ser atencioso, seja para perceber que cortamos dois dedos do cabelo..."
Filha. Dois dedos do cabelo. Dois. Nem eu percebo quando eu mesma tiro dois dedos do meu próprio cabelo. Sempre fico com a impressão de que não cortei nada. Não queira que seu homem tenha a atenção de uma mulher, isso não faz parte da essência dele. Eu aposto que ele vai dizer que você tá linda sempre. Mas não exija que ele perceba nem o que a gente não percebe.

4 -"...Mas saiba declamar Fernando Pessoa ao pé do meu ouvido como se você mesmo tivesse escrito aqueles versos pensando em mim".
Não vamos generalizar, nem todos os homens nasceram poetas, vulgo poetas ou aspirantes à poetas. Tem aqueles com perfil mais grotesco, que não declama Fernando Pessoa mas que pode ser capaz de dizer coisas muito mais sinceras só com um olhar. Generalizar é coisa de gente burra. Não faço questão que declame nada pra mim. Faço questão de originalidade, autenticidade e simplicidade. Eu já disse aqui e repito: prefiro muito mais um "eu gosto tanto de você" ou qualquer outra frase que seja simples e clichê mas que venha do coração do que um texto decorado só pra eu achar que você é poeta, vulgo poeta ou aspirante à poeta. O simples é lindo.

5 - "...Como próprio nome já diz, presentes são para fazer presença. Então, cada vez mais que eu fizer presença em tua vida, saberei que faço parte dos teus dias, também".
Eu confesso que mulher gosta de surpresas. Mas não gostei da parte do 'cada vez mais que eu fizer presença em tua vida, saberei que faço parte dos teus dias, também'. Não precisa me dar presentes só pra eu saber que tô na sua vida e que você pensa em mim durante o dia. Uma mensagem fora de hora pode ser tão eficaz quanto uma caixinha de bombom ou qualquer coisa que tenha custado alguns centavos. Um telefonema também. O link de uma música com uma letra fofa que no fim só tem significado pra nós dois e mais ninguém, nem se fala. Não me compre presentes. Seja você meu presente de todos os dias. E não venham com essa falsa ilusão de que se o cara parou pra comprar uma coisa pra você no caminho de volta pra casa, é porque o afeto dele é mais genuíno por não ter medido tantos esforços do jeito que o cara das mensagens e telefonemas faz. Ele pode ter um estoque de bombom na gaveta e você pode não ser a única que ganha. Just saying, honey...

6 - "Em dias nublados, homens têm que sair com casacos mesmo que não esteja sentindo frio. Hormonalmente, mulheres sentem mais frios do que os homens, então o seu casaco extra será importante nesses momentos".
Meu amor, só saia com blusa de casa se você achar que vai usar mesmo. Eu sei quão desconfortável é ficar segurando uma blusa o dia todo, pra lá e pra cá. Se eu achar que preciso de blusa por qualquer diferença hormonal que eu tenha, quem vai levar meu casaco sou eu. E essa frase é tão ridícula que me arrancou boas gargalhadas. De onde é que essa criança tirou esse homem, minha gente?! Certeza que ele já tá de saco cheio dela.

Amigas lindas desse meu Brasil varonil: vamos analisar melhor nosso comportamento nos relacionamentos. Como podemos exigir 100% do outro quando não conseguimos doar nem 100% de nós pra nós mesmas? 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Balada = #1 time.

A primeira vez na balada a gente nunca esquece. Aposto que você também tem uma amiga que, quando convida pra fazer algo, vem com aquela história de "vou não, quero não, posso não, minha velhice precoce não deixa não". E eu, acreditem ou não, era quem tinha essa desculpa como lema de vida social. Se fosse pra comer cachorro quente, eu ia. Pegar um cinema, eu ia. Mas quando vinha aquela historia de "ah, barzinho, dançar, musica alta e derivados" eu já pulava fora e inventava uma desculpa... Até que...

Era uma sexta-feira e o martelo já tinha sido batido: vamos passar o final de semana na praia, juntas. "Ah, tá tudo numa boa! Vai acontecer nada! Três amigas naquela fase de fazer promessas de vamos-ser-amigas-pra-vida-toda... Nada pode fugir dos meus planos".

Primeiro dia: compras, karaokê, festinha no apê. Tranquilo. Lindo. Maravilhoso.
Segundo dia: péra, que historia é essa de sair? A gente tá mesmo ligando pra uma baladinha pra checar quanto paga pra entrar? Pera aí, balada? Não querem ir tomar um suco? Comer temaki? Andar na beira da..." Tá. Balada. Balada. Música.. Pera, passa a caipirinha aí, por favor!

00h, salto alto, maquiagem e a única coisa que eu lembro de ter decorado: porradinha (if u know what i mean)...

Saldo oficial da noite: depois de ter sido salva pela amiga com um refrigerante divino que caiu como uma luva num momento em que meu cerebelo já não tava dando conta de nada e de uma temakeria no piso de baixo da balada que salvou a vida de quem não sabe dançar nada além de joguinho do Kinect, ainda esquecemos um amiguinho que tava no porta-malas – desculpem, não nos julguem, não cabia nem uma pena sentada do nosso lado no banco de trás – que foi embora revoltado a pé ao invés de nos chamar quando trancamos o carro com ele dentro e entramos no Mc Donald’s às 5am. Vacilão.

domingo, 13 de abril de 2014

Amor.. Não, péra.

Graças a Deus, eu sou (na maioria das vezes), uma pessoa bem racional. Eu falo 'eu te amo' a torto e à direita pros meus amigos do coração, toda hora, sempre. Mas não jogo essa frase ao vento quando o assunto é amor entre duas pessoas que estão em um relacionamento (entrando ou começando um).

Ok, eu não tenho moral nenhuma quando o assunto é falar sobre relacionamentos. Ou até tenho, justamente por nunca ter tido um relacionamento efetivamente. Mas eu não preciso provar jiló pra saber que o gosto é ruim (eu ia usar outra analogia, obviamente, mas achei que ficaria insensível demais hahahha).

Eu vejo frequentemente no meu facebook casais extremamente apaixonados um pelo outro. Inúmeras declarações de amor capazes até de arrancar uma lagrimazinha da megera aqui. Mas aí eu vejo que tudo não passa de uma máscara pra manter essa ditadura da felicidade imposta pelas redes sociais. Por que eu acho isso? Porque esses mesmos casaizinhos felizes e apaixonados como nos contos de fadas, terminam o namoro (aquele mesmo namoro que estava quase chegando no casamento) e depois de uma semana estão amando tão ardentemente e incondicionalmente a(o) substituta (o) do namoro anterior. Aí o que acontece? As fotos do passado são apagadas e os albuns se enchem de novas fotos com novas declarações de amor pra nova peça do xadrez.


Sim, peça do xadrez. Ok, pode continuar me achando uma megera sem coração e recalcada que fala desse jeito porque não tem ninguém a quem amar. Mas cá entre nós. Antes não amar ninguém que ser facilmente trocada e substituída em questão de semanas.

Eu acho sim que namoro é coisa muito séria. Dizer "eu te amo" é mais sério ainda. Não tem como você começar um namoro e depois de um mês dizer que ama a pessoa. Eu acho sim, que isso até seja possível se você namora alguém que antes de tudo já era seu amigo. Amigos se amam e amigos se conhecem. Melhores amigos então, nem se fala. Mas, se esse não é o caso, como é que você pode amar alguém que você nem sequer conhece os defeitos ainda?! Dá mesmo pra amar assim, rápido e fácil? E desamar? Dá pra desamar o ex assim, tão fácil? Na minha humilde opinião de vulgo megera, eu acho que você, na verdade, nunca amou de verdade. O sentimento não passou do estágio "paixão". Não evolui. Ele regrediu. Por isso vocês terminaram. Por isso não deu certo. Paixão que cresce vira amor. Paixão que regride vira nada. E quando não vira "nada", vira impaciência, desgosto, tristeza, brigas, incompreensão, descaso...

Acho que a gente anda confundindo demais paixão e amor. Fase do encantamento com paixão ardente. Eu mesma confesso pro mundo: sou muito fácil de me apaixonar. Me apaixono fácil por sorrisos, discussões, gentilezas, companheirismo, abraços, por várias pessoas.. Me apaixono pela vida todos os dias.. Me apaixono por tantas coisas diferentes numa frequência absurda. Mas reconheço quando isso vira carinho, apenas. Paixão pré-amor é uma coisa mais séria. Conhecer seus sentimentos é crucial pra construção de um relacionamento sadio. Por isso mesmo que eu nunca construí nada. com ninguém. Porque achava que não seria capaz de dedicar meus sentimentos mais sinceros e porque nunca achei que o outro seria capaz de dedicar seus sentimentos mais sinceros à mim. 

E não importa o que você me diga. Términos são términos, independente do tipo de amor que estejamos falando. Um dos corações se quebrou porque o outro coração já tava saturado do sentimento que já não crescia mais. E não, você não deixa de amar alguém hoje e começa a amar alguém amanhã. O amor mesmo, amor genuíno, amor que transborda a gente, demora muito pra acontecer, pra nos encher e nos inundar. Nós só gritamos aos sete ventos um "eu te amo" quando esse amor já não cabe mais dentro da gente.

Sejamos maduros para entender a hora certa de dizer "eu te amo" à alguém (isso sem contar essas declarações que vem aos montes). Sejamos maduros também pra pintar uma imagem mais honesta nossa - e do nosso relacionamento - nas redes sociais. É muito mais lindo e reconfortante ouvir um "eu gosto tanto de você" ao invés de um "eu te amo" dito da boca pra fora.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Vida nova (sem necessariamente haver um ano novo)...

Há um mês, aproximadamente, muita coisa acabou e muita coisa começou. Um mês (alguns vão dizer) não é tempo suficiente pra nada. Eu digo que é sim. Quanta coisa não se define ou bagunça ainda mais em um mês?! Trinta dias é dia pra burro. 

São dias suficientes pra sair de um emprego. Começar em um novo trabalho. Terminar um relacionamento. Não entrar em nenhum outro tipo de relacionamento. Dar adeus à certas pessoas. Dizer muitos outros olás. Mudar de opinião uma vez. Mudar outras tantas. Perceber quem é amigo. Perceber quem nunca foi. Ver que talvez nunca seja feliz do mesmo jeito, mas também perceber que nunca se esteve tão feliz...

Quando se vê, já são seis horas
Quando de vê, já é sexta-feira
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
(Mário Quintana – Poema “O tempo”) 

Bem vinda à época mais feliz de sua vida, Ana! :D

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Nunca soube dar título pras coisas...

Não adianta tentar encontrar um desvio ou dar outro nome à coisa toda. É verdade. Duas pessoas legais, divertidas, inteligentes se encontram em um momento da vida. Talvez fosse um dos desejos dela tornando-se realidade.
Com o tempo, essas duas pessoas acabam criando uma rotina que, infelizmente, pode acabar saturando ambos. Porque pessoas têm expectativas diferentes (ou simplesmente não tem expectativas nenhuma)...
Sem sms durante o dia, sem ligações, sem encontros frequentes...
Ela tenta descobrir o que aconteceu... 'Eu que deixei de ser interessante ou ele que nunca esteve realmente interessado? Ou será que eu não mudei do jeito que devia e mudei pro jeito que não devia?' 
A verdade é uma só: duas etapas da vida diferentes. Um, é um livro de vinte e poucos capítulos. O outro, é um de dez capítulos a mais. Apesar de que, comparar com um livro pode não ser o mais adequado. Sem analogias, então...


Mesmo não entendendo muito sobre tudo, ela sabia que aquele pedaço de gente era um grande pedaço da sua felicidade. Talvez um pedaço dela, melhor dizendo... Sabia também que podia correr o risco de não ter coragem de viver tudo novamente. Não que pudesse, realmente, viver tudo novamente. Cada pessoa que entra em nossa vida, vira um pedaço de nós. Quando vão embora, levam esse pedaço com eles. Já era. Esse pedaço não volta mais. Então é isso. Ele já é um pedacinho dela. Quando for embora (se já não foi), levou um pedaço dela.



Foi a primeira vez que ela deixou que tudo isso acontecesse. Deixou que alguém a conhecesse. Mas talvez a pessoa não tenha aproveitado tanto assim essa oportunidade. Ou ela que não foi tão sincera assim, também. 

Uma única pessoa tem diversos 'eu'. Um eu no serviço, um eu na faculdade, um eu em casa, um eu no relacionamento.. Não que ela tenha inúmeras personalidades, mas o comportamento muda em ambientes diferentes... Ele conheceu um 'eu' dela. Ela queria que ele conhecesse todos, ele não. Ela queria que ele quisesse muitas, muitas coisas dela. Muitas coisas com ela. Muitas coisas por ela.
Mas novamente, ela queria errado. Não podemos querer pelo outro. É errado. Quando começa com isso, inevitavelmente a coisa toma um rumo errado. 


Deixo aqui, uma música que traduz muito bem o sentimento dela. Talvez equivocado, precipitado, exagerado... quem é que realmente vai saber? 



Not really sure how to feel about it
Something in the way you move
Makes me feel like I can't live without you
And it takes me all the way
I want you to stay



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Chega de comodismo, fia!

A gente pode decidir o seguinte: combinar de tacar o "dane-se" juntos,  virar cada um pro seu canto juntos, ir trabalhar em horários diferentes pra não se esbarrar nunca, juntos. Por favor. Vamos combinar. Tem que ter sincronia. Sincronia nas necessidades e vontades.
Pior que traição física é traição sentimental. Não finge que quer, que ama, que se importa. Não brinca não. Por favor.
Se diz que quer torta de maçã, come a torta de maçã que eu fiz com carinho. Se eu disser que quero sair na chuva, sai na chuva comigo com carinho. Se não quiser nada disso, diz com carinho!

Todos os tipos de relacionamentos precisam ter respeito. Respeito pelo sentimento do outro, pelo mau humor do outro, pela felicidade do outro, pela raiva do outro, pelo amor do outro... Não quer, fala. Quer, fala. Não diga que quer, quando não quer e nem o contrário.

Hoje em dia, temos uma certa tendência ao comodismo. Tá faltando carinho, amor recíproco, companhia sincera mas, se tem alguém lá cumprindo mais ou menos os "deveres", a gente deixa. Melhor o meio do que o nada... Só que não!! Meio não dá! Ouviu, filha? Meio não dá!

Deixa essa capacidade (ou seria in) de não dar um ponto final nas coisas... Para de ser como uma vaca (o animal, calma), que come o capim e deixa um estoque no estômago pra ficar remoendo depois (espero que seja mesmo uma vaca que faz isso)...

Chega de se dedicar quando a outra pessoa tá sentada, de perna pra cima, vendo TV e tomando uma cerveja. Por favor, essa coisa de escravidão no relacionamento não dá mais: abolição já!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Adios, 2011!

What sould I say about 2011? well.. it was an amazing year! Definetly, much better than I could imagine... I know I usually complain a lot about my life, but this is one of my sins. I had an incredible time this year and i'll try to talk about the most important ones here.


First of all: I grew up (I didn't get taller everybody, sorry!). I got a job and started college. Two big things to every single person in the world (or not). Work made me a more responsible person. College, didn't. Work gave me a lot of true friends, that i'll keep in my life forever (i'll talk about everyone and theirs paticularities later). College too (and i'll talk about specific friends later, too). Work made me sad. College, not yet. Work made me happy. College did it too. Sometimes I felt like a grown up girl, other times i felt like i was eight years old, and i think this was the best moments that I had. I know college will last for, at least, 8 semesters. Work, will not. Both were, are and will be the best experiences and memories of my life.


About family: one relative thing is: I'M AN AUNT NOW (poor child!)! Yes, this is the best thing ever! - everything is the best thing for me, geez - His name is Gabriel and he's the cutest 
thing in the world! he's smart, intelligent and the most beautiful little thing in the world. 


Let's be more specific about my job: It was scary, at first. I had no idea about what I would do, if people would like me, if I would manage the job or make friends. I was deadly wrong. The job was nice and easy, there was a ot of cool people (and some not so cool). I made friends, as I already said, that will stay in my life forever. - YES, if your name is Anderson, Juliana or Maicom stop thinking you'll be free in a few years. You won't! (muahaha) - Work is not the first thing we do there. We talk. A lot, if i'm allowed to say it. And we laugh, about everything, everytimes. That's why I think I will never have a job as cool as this one. I'll never make friends so easily and I'll never find so many different people in the same place, as I did in this one. 
All of the three of them (hahaha) are extremelly different: Ands is the worst of them. He's 
always in a bad mood, always complaining about everything and he always disagree about my opinions and about what I want and what I say and he's lazy. He is the best guy in the world. Funny, incredibly intelligent and smart, after all and sometimes he doesn't know  how lovely (HAHAHAHAHAHAHAHA - euri!) he is... Jujuba is the best one: funny, smart, intelligent and had no humor sense (just when i say something serious - don't know why she laughes when i'm talking seirously about something, actually she laughs about everything so, forget it - She looks a lot like me (i'm not talking about was she looks physically) and think like me about a lot of things too. She came into my life in the right moment. I was really needing someone like her. Maicom (vulgo Minduim) is the funniest one. He's creative and make jokes about everything. He can make you laugh as easy as abc. - We'll open a business and we'll be rich and we'll work together forever (hahaha). And this is just the first chapter of our lifes (: - you, that usually reads the things i write knows that i'm a dreamer, so...


At college, i wont say too much about everybody. I'll talk about the different things that happened: i met a lot of people that are not brazilian. Two wonderful (in every way!) french guys that i'll try to keep in my life forever. And i'm sure i'll manage this. Met some mexican people, that are lovely and friendly. I know this is just the biggining. There'll be a lot of other things that will make me grow much more in every way. I know i'll laugh a lot with Tons, Bruninha, Pati, Min, MahGe and the other people.. we'll make and talk about crazy things, funny things, idiot things... we're just in the first semester. There's a lot of things to live!


I had sad moments too. Made a friend and lost him as soon as I could imagine. Lost old friends, too. Lost contact with important people, important and necessary people. One of the things in my 'to do list' to 2012 is go back to talk with them. No reason to stay away anymore, friends are supposed to be friends right to the end.


WELL, BE WELCOME 2012!!! Hope you surprises me just like 2011 did!!


PS: Speak one more languages is the second thing in my 'to do list' too. I'll try not to make this iten that that kind of thing that you put just to look smarter, but everybody know you won't do it. Like: be a skinny girl!! HAHAHAHAHA

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Vida de caloura, parte II

Há uns meses atrás eu postei como foi meu primeiro dia de aula. Terrível. Um fracasso. Um típico primeiro dia de facul pra um serzinho que acabou de sair do colegial.
...muitas outras coisas já aconteceram, como era de se esperar. Muitos outros micos, muitas outras trapalhadas e muita gente nova na minha vida...

Só pra concluir o post anterior sobre 'onde estava aquele povo todo' : estavam no anfiteatro minha gente. Ninguém foi abdusido não. Droga :( Hahahahaha...

Ok, voltando ao que interessa nesse exato momento: como estão as coisas até agora!
A respeito do curso: Olha, no começo eu achei que eu tinha escolhido certo e que eu era o máximo e que RP era minha vida. Er... uma vez eu disse que "quando se é jovem, a gente acha que pode e que sabe tudo. Mas a gente não sabe e não pode nada!" Pois é. E pra variar um pouco minha vida: não estou mais tão certa se isso é mesmo o que eu quero fazer até que a aposentadoria e a vida mansa chegue. A gente passa a vida toda querendo estudar só o que a gente quer, mas quando chega na hora de decidir e escolher, a gente nunca sabe o que quer. Que dificuldade ser gente, viu... Mas vamos falar das coisas boas...

Like everybody already knows: Eu sou um pouco comunicativa, certo? CERTISSIMO. No primeiro dia conheci toda a galera (que é composta por 25 garotas e 3 garotos - isso mesmo, eu não tô brincando --'). E todos nos demos muito bem, no começo. Eu sei que ainda é o começo, mas no começo do começo já deu rolo e o grupo deu uma dividida. Mas não importa, afinal, somos seres humanos. Isso ia acabar acontecendo mais cedo ou mais tarde, é a lei de Murphy... Eu, particularmente, não me dou mal com ninguém porque eu sou amiga de todo mundo, brinco com todo mundo e faço cara feia pra todo mundo. Já era. Eu faço mesmo. E sou chata com todo mundo na mesma medida. E, com certeza, outros grupinhos fechados se formarão até o final do 8ª semestre...

Uma dessas meninas, a Evelin Carol (uma das que eu mais gosto), trabalha no International Office da Facul.. E esse nome remete a que? Coisas que não são do Brasil. Se estamos na facul, essa categoria 'coisa' já se resume à 'pessoas'. Pessoas são o meu forte. Sendo assim, tenho amigos de vários lugares do mundo agora, e por isso eu sou uma pessoa mais feliz, mais perdida e mais desastrada...

Qualquer fato relevante será adicionado e detalhadamente comentado as soon as possible.

Até outra hora...

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Vida de Caloura Parte I - O primeiro dia...

Vou contar todas as minhas peripécias, meus micos e idiotices relacionados à essa nova fase da vida. Fiquem ligados! Eu sou expert em me dar mal, já tenho PHD em lerdeza e todas as coisas relacionada à isso. 

Vou documentar tudo com apenas um intuito: rir da minha cara futuramente (mais do que atualmente). Eu sei que vai ser bacana ler isso daqui uns anos. Vou mostrar pros meus sobrinhos, pros meus filhos, meus netos (ok, chega de exageros...). 

Bom, vamos ao que interessa. Como algumas pessoas já sabem, eu estou cursando Relações Públicas na Universidade Anhembi Morumbi. Esse é meu primeiro semestre e minhas aulas tiveram início no dia 08/08/2011.
A esperta aqui, não foi no primeiro dia. Eu não sou do tipo que curte uma bagunça meio exagerada. Sendo assim, eu não fui na segunda porque não queria participar do trote. Me preparei psicologicamente para ir na terça. Tinha toda a intenção do mundo de chegar lá no horário certo, bonitinha, toda com cara de "sou uma caloura nerd". Bom... aconteceu um imprevisto nesse meio termo. Eu achei que ia fazer um frio do caramba. Liguei pro meu pai, desesperada: "Pai, traz uma jaqueta pra mim! Vou chegar em casa sabe lá Deus que horas, e eu vou passar frio. - Aninha, eu acho que não precisa de blusa nenhuma! - Precisa pai, por favor, custa nada, traz aqui pra mim..." Ele levou a blusa. Só que assim, ele foi levar a blusa no metrô, e chegou na Barra Funda 18h00. Vocês já viram a Barra Funda às 18h00? O que é aquilo, dude! Eu me perco fácil, fácil. Na verdade, é até meio de boa pra mim. Qualquer problema, só passar debaixo da perna das pessoas :P Tá, brincadeiras a parte, foi bem difícil descer no Anhangabaú. Eu quase saí engatinhando. Fui pro Term Bandeira e demorei um ano no terminal porque escolhi a fila errada... Senhor... que tortura! Lembra que eu disse que eu planejava chegar na hora? Pois é.. A aula começa 19h20. Eu cheguei lá 20h!! Fui nas bancadinhas lá, peguei minha carteirinha, vi qual era minha sala e subi, feliz e contente. Tinha uma mosca na sala. Juro. Não tinha um ser humano naquele lugar... Aí começou o desespero. Mandei mensagem pro Ands, pro Dan e até pra minha mãe!! Como se ela tivesse uma bola de cristal pra me dizer o que havia acontecido (é que mãe sempre sabe de tudo...). Que dó de mim! Desci pra tentar ir no CAC (Central do Aluno) e encontrei uma fila gigantesca. No way... Desci nas bancadinhas novamente, e perguntei pras pessoas simpáticas (serio) que estavam lá. Me orientaram a ir na sala dos professores que fica no outro prédio, do outro lado da rua, pra poder verificar o que havia acontecido..
Bom, vocês descobriram o que aconteceu naquele lugar? Sabem onde as pessoas foram parar? Não? É, nem eu! Ai que tristeza... Fui nas bancadinhas de novo e, obviamente, o pessoal riu. Hahahahahaha... ai Senhor! Pedi pra eles me mandaram os horários e as aulas por e-mail, desisti de encontrar as pessoas e fui pra casa....

Agora diz aí: que primeiro dia bacana, hein? Melhor ainda é receber um e-mail da professora de terça feira ontem, dizendo pra estudar os textos que ela passou na aula (QUE AULA, SENHOR?), porque vamos discuti-los na terça que vem.... Agora é a parte que eu choro, e passo a ter certeza de que meu problema mental é pior do que eu imaginava... AONDE ESSE POVO TAVA? OMG!

Só descobrirei na próxima terça feira... Aguardem o próximo capitulo! aiuhsiauhsiuahisuhaiusa

sábado, 4 de setembro de 2010

11 Sonhos Femininos

Li isso em um blog, e achei muito bacana! O mais interessante, é que foi escrito por um homem. Sendo assim, vale muito a pena dar uma lida garotas (e principalmente, garotos!).

11 sonhos femininos


1. Um deslumbrante vestido tomara que caia

2. Uma calcinha tomara que tirem;

3. Um sutiã tomara que sustente;

4. Um absorvente tomara que não vaze;

5. Uma meia tomara que não desfie;

6. Uma celulite tomara que não percebam;

7- Um "cabelo" tomara que não chova;

8. Um salto tomara que EU não caia;

9. Um ficante tomara que me ligue;

10. Um namorado tomara que não broxe;

11. Um marido rico... Tomara que morra.

As mulheres não devem ser definidas por estas superficialidades.
Superficialidade, aliás, é uma característica mais masculina do que feminina.

Vou tentar explicar no corpo do seu próprio e-mail que a preocupação feminina é
conseqüência da futilidade masculina:


1. Um deslumbrante vestido tomara que caia

Elas precisam estar sempre belas e sensuais, porque os homens tornaram-se incapazes de percebê-las na sua essência, na sua inteligência e na sua dignidade de mulher, amiga e companheira. E, por mais contraditório que pareça, parece que elas optaram por se deixarem achar como objetos do desejo masculino, porque isto parece ser "menos ruim" que a indiferença. É a superficialidade do homem que não enxerga um palmo para além de peitos e bundas que as aprisionou nesta neurose estética e descabida.

2. Uma calcinha tomara que tirem


Sim, elas querem isto, também. Mas apenas depois de muito carinho e atenção, depois de beijos apaixonados e o aconchego de um abraço, depois de algum tempo de afago, afeto e depois de terem podido falar de seus sentimentos e compartilhar com seu homem suas ansiedades do dia e terem suas preocupações acalentadas pelo peito forte daquele de quem esperam cuidado e dedicação. Depois disso tudo, é possível que elas próprias tirem a calcinha.

3. Um sutiã tomara que sustente

Vide resposta 1.

4. Um absorvente tomara que não vaze.

Essa passa. Não basta sangrar todo mês, ainda ter que se constranger por isso...

5. Uma meia tomara que não desfie

Vou relevar...

6. Uma celulite tomara que não percebam


Gostaria de ver os jornais destacando as ridículas barrigas masculinas, os
roncos noturnos, as barbas mal-feitas com a mesma ênfase que estampam as
celulites das mulheres, como se isso fosse um pecado imperdoável. E depois querem dizer que elas são superficiais?!

Superficiais são maridos que passam o dia desejando mulheres "gostosas" que não são as suas sem considerar que, aquela que está ao seu lado, pariu seus filhos e
sofreu, ao seu lado, o desgaste do tempo, e mesmo que, antes de casar, já não tivesse o corpo perfeito, tinha atrativos bem mais significativos, que, aliás,
foram os que o fizeram escolhê-la. Mas que agora parecem ser menos importantes do que uma foto da Playboy contornada por Photoshop e construída nas mesas de cirurgia plástica.

7. Um "cabelo" tomara que não chova

Nem vou falar do preconceito de tratar cabelos crespos como "ruins" e cabelos lisos como "bons". Nem vou falar de racismo e tampouco da futilidade do homem
brasileiro que insiste valorizar traços europeus e norte-americanos como padrões de beleza em detrimento da beleza da nossa mulher mestiça com seus cabelos crespos ou encaracolados.

8. Um salto tomara que EU não caia

Não vou comentar essa.

9. Um ficante tomara que me ligue


"Ficante"? Mulheres não querem ficantes. Mas pode ser que tenham se rendido aos relacionamentos efêmeros pela absoluta impossibilidade de encontrar homens de
verdade, em quem possam confiar e com quem possam sonhar compartilhar a vida e o
futuro. Homens imaturos, bananas e egoístas não merecem uma mulher ao lado, merecem mesmo que elas os usem e depois descartem. No entanto o "tomara que me ligue" acaba denunciando que elas esperam sempre mais de uma relação.

Procura-se homens! E não é o alavancar da homossexualidade que os consumiu, os homens desapareceram e se apequenaram por detrás da força das mulheres que
assumiram seus papéis e tomaram para si a responsabilidade da família (cansadas de suas omissões) e os tornaram supérfluos.

10. Um namorado tomara que não broxe


Essa neura não é delas, mas deles. Pelo contrário, apesar de odiarem homens
bananas, elas adoram quando seu macho divide com elas suas preocupações, medos e
fragilidades; adoram acolher o macho e consolá-lo nas suas frustrações e
oferecer todo cuidado e carinho que só elas sabem. Elas entendem e são capazes de se dedicar muito mais e ter muito mais prazer no abraço carinhoso mesmo sem
orgasmo, do que em explosões de testosterona sem cumplicidade.

11. Um marido rico... Tomara que morra.


Elas não querem materialidade, querem segurança. Elas não escolhem o homem pelo
carro ou pela conta bancária. Elas escolhem homens pelo bem-estar emocional, a segurança e a estabilidade que possam lhes oferecer.

Nesse caso a materialidade se torna um bom sintoma, elas se aproximam avaliando o exterior, mas não permanecerão no relacionamento se o conforto material não
tiver correspondência no conforto psicológico e emocional.

Como cada vez menos encontram homens que lhes transmitam esta sensação de segurança, elas decidiram criar sua própria estabilidade e não depender mais deste troglodita egoísta e insensível. Elas já são intelectualmente mais
preparadas, economicamente em ascensão, possuem valores e caráter mais sólidos
e, quando conseguirem abrir o potinho de azeitona sozinhas, não precisarão do
homem para mais nada.

Mas não estarão felizes, porque sabem que estão violentando a si mesmas, pois têm a família e a maternidade correndo nas veias, por isso vivem se condoendo em culpas pelo seqüestro da sua própria identidade que esta emancipação lhes
conferiu.

Sim, elas querem um marido que morra... que dê a vida por elas e pelos filhos; que não priorize os próprios sonhos, amigos e trabalho em detrimento de sua família.

Mulher, mulher... Na escola em que você foi ensinada, jamais tirei um dez, sou
forte, mas não chego aos seus pés.

terça-feira, 6 de abril de 2010

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"Bem lá no fundo, os jovens são mais solitários do que os adultos." Li isso de algum livro e ficou na minha mente. Pelo que posso dizer, é verdade.
Os mais velhos têm uma opinião formada sobre tudo, são seguros de si e de seus atos. Para nós, jovens, é duas vezes mais difícil manter nossas opiniões numa época em que os ideais são estilhaçados e destruídos, quando o pior lado da natureza humana predomina, quando todo mundo duvida da verdade, da justiça e de Deus.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Colegial

Eu estava pensando sobre as coisas que vão acontecer a partir da semana que vem, em minha vida: A maioria dos meus amigos vão 'embora'. O colegial tá acabando esse ano pra eles, e eu não os verei mais todas as manhãs..Não vou rir mais com o Hang, não vou irritar o Vivi, não vou chatear o Hugo, não vou olhar o Tiago...E assim: tenho tantas memórias! Tantas lembranças, tantas coisas que já me acustumei em relação a eles...Eu não queria ficar sem eles por um ano, não queria que tudo acabasse assim, sem um final exulberante e marcante... Eu desperdicei mais de 6 meses do meu ano sendo antisocial e chata, me reservando por causa de problemas bestas, e agr eu quase não os verei mais :(

Mas, isso me fez pensar em outras coisas, tbm. Como: a Hayashi vai continuar sendo minha companhia ano que vem, junto do chato do Vic. Serei do terceirão, e a responsabilidade vai aumentar, e eu vou ter que decidir o rumo da minha vida...Eu estarei terminando um ciclo mt importante da minha vida, mesmo achando que não estou preparada pra isso...Terei que aproveitar desde o primeiro dia de aula, já que tudo vai acabar tão rápido, da mesma forma que começou...Vou cumprir minha promeça de cinco ano atrás à Biah Rocha, de terminarmos o colegial juntas...

Eu sei que sempre saberei que foram os melhores anos da minha vida. Que serão memórias que durarão para sempre...Sei que vou querer que todos momentos da minha vida sejam iguais ao meu colegial, e sei que não será, e isso já me deixa com saudades...
A maioria das pessoas vão se separar para sempre, e isso já me deixa com saudade; sei que nunca mais verei algumas pessoas e isso makes me feel sad.

Eu aprendi mt coisa tbm: Pode ficar triste com o Vic que ele vai te bajular; a Hayashi é melhor companheira do que eu imaginava; minha amizade com a Biah Rocha nunca vai mudar, e eu sempre a terei; a Sabrina é chata e de lua, mas é assim que ela demonstra seu amor, e eu a amo dms, porque é uma de minhas melhores amigas; o Hugo é bipolar, mas dá pra conviver (brincadeira hahahaha); o Hang foi um de meus melhores amigos e um dos mais sinceros e engraçados; o Vivi sempre será meu melhor amigo, independente do que aconteça entre nós; O cabelo da Amanda Oliveira vai fazer falta; entre outras coisas...

Mas eu ainda tenho uma grande dúvida: Como eu vou me virar sem vcs, quando tudo isso acabar? =(

'Se esse mundo fosse só meu' nada acabaria assim, tão rápido.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A Vida com CTRL+Z

por: Paulo Cavalcante

Depois de um trágico acidente na minha casa (quebrei um vidro de perfume que tinha acabado de comprar e parcelado em 3 vezes) fiquei tão mal que pensei como seria bom se na vida a gente tivesse duas teclas: a CTRL e a Z. Se isso existisse na mesma hora eu apertaria, sem dúvida. Ver aqueles “caquinhos cheirosos” na minha frente representava notas de dinheiro rasgadas, sem ao menos eu ter dado uma borrifadinha no pescoço e eu inerte, ali vendo tudo. Ah, se as teclas estivessem lá…

E tem mais, sabe aquele dia que você sai correndo pra pegar o bus pra facul e ele corre mais rápido que você? Não tem problema, aperte o Ctrl+Z e já era, você não iria chegar atrasado e perder a primeira aula, aquele mesma que teve a matéria que caiu na prova e você não assistiu, sabe? E quando a gente fala o que não deve pra alguém e só depois cai em si, até ai você já perdeu a(o) namorada(o), sua mãe já te expulsou de casa e seu chefe já aproveitou a crise mundial e sua “tosse suína” pra te por na rua, mas se as teclas estiverem lá nada disso vai acontecer, qualquer coisa, dá um Ctrl+Z.

O mundo seria outro com Ctrl+Z. Nós, brasileiros poderíamos usar essa tecnologia pra anular nossos votos errados depois de um estágio de barbaridades e mediocridades que os políticos fazem: Votou errado? Ctrl+Z. Perdeu dinheiro na rua? Ctrl+Z. Bateu o carro? Quebrou o pé? Chegou atrasado? Comprou errado? Atropelou o cachorro? Levou um pé na bunda? Entrou no elevador e ele não estava lá? Vomitou no brinquedo do parque de diversões? Pintou o cabelo com a tinta errada? Sua nova namorada é na verdade um namorado? Ctrl+Z, minha gente!

Claro, tem um probleminha: com tantos Ctrl+Z’s o mundo pararia de girar, porque o tempo ia voltar tantas vezes que o mundo ia parar, as pessoas não iam evoluir e, conseqüentemente, não iriam aprender com seus erros… Opa, então espera aí: será que já existe o Ctrl+Z na vida e não me falaram?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Possibilidade.

"O que você faria se estivesse perdido em uma estrada de terra no interior, seu carro quebrou, lá fora está caindo um dilúvio, seu celular não têm bateria e você só têm no carro 1 caixa de fósforo com 2 palitos dentro ..."

Lá vai, minha resposta super criativa:

Eu, obviamente, ficaria dentro do carro até a chuva passar. Imagino que, se eu estou em uma estrada de terra no interior, é porque eu fui fazer algo muito importante. Sendo assim, eu estaria com uma roupa apresentável (quando digo roupa, isso inclui o sapato e os acessórios também). Logo, com a chuva citada acima, provavelmente eu estragaria meu sapato e minhas roupas se eu saísse, por causa do lamaçal causado pela chuva. E se eu saísse, não ia adiantar de nada. Provavelmente, eu abriria minha bolsa e pegaria meu iPod (não esqueçam que a mulher não depende das coisas que leva no carro, mas sim da sua maravilhosa bolsa! =D), dentro da minha bolsa, tbm teria um carregador de celular de carro. Logo, eu carregaria meu celular e ligaria pro meu Seguro. Enquanto o guincho não chega, eu tiro minha cardeneta e boto a cabeça pra pensar, escrevendo então milhares de textos e frases totalmente interessantes... =P (idiota!)

Sou demais, bjs! hahahaha

Não ficou tao bom qto o do Will, mas.. bola pra frente =D

terça-feira, 7 de julho de 2009

Eu não sei se sou...

Minha mente é uma coisa bem peculiar. Na verdade, tão peculiar que nem eu a conheço tão bem assim. Nunca sei o motivos dos meus pensamentos, e nem o por quê da exitencia de alguns deles. Não sei porquê sou sempre do contra, e porquê não gosto da fulana.
Sei que, um dia eu gosto de rosa, e no outro dia eu prefiro o roxo. Não sei bem qual a definição de inimigo pra mim, e mt menos de um amigo verdadeiro. Se amigo quer dizer alguém que não se importa se vc esquece o dia mais importante do ano pra ele, não se importa com suas coisas chatas e manias irritantes, e não te julga por mais que vc mereça ser julgada, então a palavra 'amigo' devia se chamar Vinicius.
Não sei porque tenho cachorro, se odeio o latido deles. Eu tenho desvio de personalidade múltipla, porque meu humor é hoje e não é amanhã. Sou bem egoísta as vezes, mas uma das minhas qualidades é o altruísmo. Sou muito desorganizada e completamente atrapalhada. Sou super sensível, mas sei ser completamente sem sentimentos.

Sei lá.. eu sinto que sei que sou um tanto bem maior do que realmente sou =P